domingo, 5 de junho de 2011

Teoria da origem e natureza dos astros por interação física, radiação e afastamento entre os astros.

Cosmologia de universalidade graceliana.

Que inclui a origem, causa, efeito, variações, relações, e unificação.

Teoria da origem e a natureza dos astros por interação física, radiação e afastamento.

Interações físicas são o conjunto de processos físicos, sistema atômico, energeticuns, decaimentos, fusões e fissões, variações de radiação e temperatura, e outros fenômenos.

Na verdade vemos que o sistema solar, como todo universo e sua dinâmica se encontram numa construção constante, onde planetas se originam do sol para dar origem a satélites.

E cometas correm riscando o chão do espaço a sua luz em pontos diferentes e velocidades diversas.

E planetas, satélites, e cometas também produzem órbitas diferentes.

As órbitas são fluxonárias e com afastamento ínfimo que é observada com mais facilidade nos cometas de períodos longos e periélios pequenos.

Com a translação e o afastamento os astros passam a produzir uma órbita em espiral, tipo caracol.

A dinâmica é própria variando com o impulso da radiação e o acréscimo do afastamento.

Teoria da universalização.

ESTA TEORIA SE FUNDAMENTA EM VÁRIAS EXPLICAÇÕES.

Origem, as causas, efeito e variações. Previsões futuras.

A cosmológica - que se fundamenta através da origem do universo e dos planetas através de processos de radiações e de interações física.

Astrofísica - A radiação é produto de interação física, que produz e dá origem aos cometas, satélites e planetas.

Uma explicação química – produção do sistema atômico e elementos químicos. Ver teoria dos energeticuns – graceli – publicado na internet.

Uma explicação astronômica - A disposição e os movimentos dos planetas em volta do sol, e dos satélites em volta dos planetas.

Uma explicação de unificação - Todos os campos são um só, pois não existe infinidade de campo. E todos os campos e fenômenos estão relacionados com interações físicas e sistemas de produção de energia.

Uma explicação de relação entre os fenômenos.

Logo, vemos que a radiação e magnetismo do sol que produziram os planetas, a radiação e magnetismo dos planetas deram origem aos satélites.

E há uma progressão de origem tanto no afastamento, distância, translação e rotação.

O QUE PROVA A ORIGEM PELA RADIAÇÃO E MAGNETISMO É.

A progressão das distâncias.

A progressão da translação.

A progressão do número de satélites que varia com a distância, tempo de vida e diâmetro.

O afastamento é provado além da progressão também através da distância entre marte e Júpiter.

Júpiter tem 3.5 vezes a distância de marte é uma relação densidade-diâmetro de 8 vezes de Júpiter para marte, com isto vemos que júpiter foi fundido e esferificado antes de marte. E enquanto era fundido se distanciava de marte que ainda era apenas poeiras de radiação.

5.7 de Densidade. Diâmetro. Para 1 da terra.

5.2 de distancia para 1 da terra.

5.7 para 0.9 de Vênus.

5.5 para 0.7 de distancia P/Vênus.

5.7 para 0.67 de Júpiter.

5.9 para 0.4 de distancia p/mercúrio.

Afastamento.

Índice de progressão + densidade + diâmetro.

9 + 0.6 = 9.6 ¸ 1.5 = 5 plutão

8 + 1.9 = 10 ¸ 1.5 = 5 netuno

7 + 2 = 9 ¸ 1.5 = 4.5 urano

6 + 4.6 = 10.6 ¸ 1.5 = 5.3 saturno

5 + 5.7 = 10.7 ¸ 1.5 = 5.4 júpiter

4 + 0.7 = 4.7 ¸ 1.5 = 2.4 marte

3 = 1 = 4 ¸ 1.5 = 2 terra

2 + 0.97 = 2.97 ¸1.5= 1.5 Vênus

1 + 0.67 = 1.67 ¸1.5= 1 Mercúrio

O índice de progressão determina que o planeta que saiu na frente já possui uma diferença, e enquanto outro está sendo formado ele se distancia conforme o número de planetas formados.

Com a densidade e diâmetro levado na construção do mesmo, Plutão possui a distância progressiva maior, porém Júpiter e Saturno possuem a maior velocidade de afastamento, pois possui os maiores diâmetros.

Cálculo para translação e número de satélites.

Os resultados nestes cálculos são aproximados a se aproximam para alguns planetas.

Mercúrio possui afastamento 1 e os outros em relação a Mercúrio.

Velocidade Translação:

48 ¸ 1.33 = 36 Vênus

28

21

15

11

8.5

6.5

4.9

estes resultados são aproximados.

X (prog ¸ 2)

1 x 3 ¸ 2 = 1.5

0.69 x 4 ¸ 2 = 1.3

5.7 x 5 ¸ 2 = 14.25

4.6 x 6 ¸ 2 = 13.6

2 x 7 ¸ 2 = 7

1.9 x 8 ¸ 2 = 7.8 netu

0.6 x 9 ¸ 2 = 2.7 plutão

N° de Satélites.

Diâmetro + densidade / 2 * progressão / 2 = número de satélites.

Ou diâmetro + 1 / 2 * progressão / 2 = número de satélites.

Estes números não são exatos com a experiência. Mas se aproxima.

O cálculo pode ser feito com diâmetro + um / dois.

Satélites de júpiter.

Distância

Maiores 420.000 ¸1.5

Maiores 671 ¸1.5

Maiores 1.070 ¸1.5

Maiores 1.884

11.470

11.700

11.900

21.200

22.500

22.500

23.400

23.600

Km/s

17.4 ¸ 1.33 = 13.8 13.8 = 10.9

10.9

8.0 8.0

Diâmetro

3.650

2.980

5.250

4.900

Densidade

4. = 7.6

3.1 = 6.

1.9 = 7.15

1.6 = 7.5

Com isto o que faz um astro girar em torno de outro no centro e afastar-se é a radiação e rotação do primário.

O afastamento e a origem provam-se pelo diâmetro dos satélites de júpiter, pois os quatro mais próximos de Júpiter são os maiores, provando que os mais distantes são menores por já terem entrado em desintegração, e há uma diferença de progressão dos quatro para os outros, provando que os quatro levaram mais tempo na sua formação.

O mesmo acontece com os planetas, quando um planeta possui uma grande diferença de diâmetro e densidade há um salto enorme na progressão das distâncias, da translação, rotação e excentricidade. E isto pode ser confirmado nas progressões entre júpiter e marte.

Isto acontece com os satélites dos outros planetas, também nos cometas. Assim, planetas, satélites e cometas se originam do material de radiação, e o impulso da radiação impulsiona o astro pra frente, juntamente com seu diâmetro.

E o astro passa a ter afastamento, translação, rotação, excentricidade, circularidade, inclinação e desintegração.

As outras teorias não dão conta da origem, rotação, desintegração, número de satélite e os saltos das progressões tanto nos planetas quanto nos satélites e no salto dos diâmetros.

Cosmologia e astronomia de universalidade graceliana.

A origem

Com o cálculo da desintegração de planetas exteriores, afastamento, número de satélites, progressões, confirmamos a origem dos planetas na progressão e por radiação e magnetismo como também a origem dos satélites e cometas.

O número de satélites primeiro é proporcional à distância e a progressão de afastamento e depois à densidade e diâmetro. Por isso que os planetas exteriores possuem um maior o número de satélites dos interiores.

A radiação pode produzir as fases das marés batendo direto sobre os oceanos.

Translação dos planetas de plutão para Mercúrio.

4.7x 1.3 = 6

= 7

= 10

= 13

Translação dos planetas de mercúrio para plutão.

48. ¸ 1.3 = 35

= 29

= 24

= 17 – 5

= 13 – 4

= 10 – 2

= 7 – 2

= 4.7

O resultado não bate com a progressão de expansão para Júpiter e Saturno por possuírem a maior densidade-diâmetro por isso possuem também a mesma diferença nas distâncias e na translação.

Em outros textos publicados na internet, dentro da teoria graceliana se encontra a explicação. Ver teoria de astronomia estruturante graceliana.

A progressão de afastamento na circularidade e excentricidade.

0.138 ¸ 0.675 + (0.002 prog.) 1) 0.002 = 0.206 Mercúrio.

0.97 + (0.002 prog ) 2) 0.004 = 0.14

1 + 3)0.006 = 0.144

0.7 + 4)0.008 = 0.19

5.7 + 5)0.010 = 0.03

4.6 + 6)0.012 = 0.041

2 + 7)0.014 = 0.088

1.9 + 8)0.016 = 0.088

0.6 + 9)0.018 = 0.248º plutão.

A progressão de expansão na inclinação.

7 ¸ 2 = 3.8

8 ¸ 1.9 = 1.8

9 ¸ 0.6 = 17

1 ¸ 0.67 = 7.0

2 ¸ 0.92 = 3.4

3

4 ¸ 0.69 = 1.9

5 ¸ 5.7 = 1.3

6 ¸ 4.6 = 25

Terra.

Satélites de saturno.

V1.is segundos

17.4 ¸ = 13.4 Europa

10.3 Ganimedes

8 Calisto

Prog

4.2 x 1.5 = 65 io Europa

= 10.7 Ganimedes

= 18.8 Calisto

Prog. Rotação em horas

Terra = 24

42 x 2 = 84 io Europa

= 170 Ganimedes

= 350 Calisto

Os diâmetros dos satélites variam conforme o afastamento, em que os maiores estão mais próximos e os menores mais distantes progressivamente.

- A rotação diminui proporcional a translação e aumenta a progressão de afastamento.

O mesmo acontece com o diâmetro, a excentricidade e a inclinação.

Os gases de Vênus darão origem a um satélite, enquanto os anéis de Saturno já estarão numa fase mais adiantada, onde os gases e a radiação já saíram de toda a circunferência e estão num processo de esferificação.

Os anéis possuem velocidade de translação e expansão, onde próximo ao Equador de Saturno surgirá um novo satélite, com diâmetro de 0.630 em relação à terra.

Os anéis de Saturno são uma prova de um satélite em formação pela radiação de Saturno.

Este mesmo processo está ocorrendo com Vênus e mercúrio.

E o sol está produzindo novos planetas com os gases expelidos no espaço.

Novos planetas surgirão do sol. E serão para mais de quarenta. O sistema solar mesmo sendo de bilhões de anos mais velho do que imaginamos, ele é um sistema ainda jovem.

Outros textos publicados na internet na astronomia, cosmologia, química e física graceliana complementam o que está nesta publicação.

J. i – io

Europa 3

Ganimedes 2

Calisto 21

A inclinação, a excentricidade. Aumenta a proporção de afastamento, e é proporcional ao astro de origem (astro pai) e a sua densidade e diâmetro, como o diâmetro e desintegração são proporcional ao seu tempo de afastamento e radiação do astro pai [primário].

A rotação, a translação e a circularidade diminui proporcionar ao afastamento. Ou seja, perde impulsão inicial e circularidade.

As excentricidades dos satélites variam de 0.01 a 0.001, enquanto os cometas ficam na casa de 0.3 a 0.96, com isto constatamos que os cometas tiveram origem pelo sol, enquanto os satélites pelos planetas num processo mais lento e com menos ação de impulsão pela radiação.

Calculo de excentricidade por afastamento para cometas.

0.138 ¸ (D.D. ¸ 2)+ (progressão de expansão ¸ 0.002) = excentricidade.

Oterma 0.24

Crommilim 0.91

Giacobini-zinner 0.7

Halley 0.96

Wippley 0.26

Eneckr 0.86

Borelly 0.62

Tempel2 0.54

Tempel1 0.52

Perine-mrkos 0.63

Temple-swilft 0.53

Kopff 0.54

Wild-2 0.54

Faye 0.57

Rotação por progressão em relação à Terra

2x D.D. ¸ prog. ¸ (pelo índice de temperatura acima de 100gr. C. ¸ 2).

2x 0.67 ¸ 1 ¸ (600 ¸ 2)= 0.004.

0.92 ¸ 2 ¸ 400 ¸ 2 = 0.004

1 ¸ 3 = 1

0.7 ¸ 4 = 0.4

5.7 ¸ 5 = 2.3

4.6 ¸ 6 = 1.6

2 ¸ 7 = 0.6

1.9 ¸ 8 = 0.5

0.6 ¸ 9 = 0.135

Cálculo de número de grandes satélites

D.D ¸ 2 = Nº de grandes satélites.

Jupter-5.7 ¸ 2 = 3

Saturno 4.6 ¸ 2 = 2.3

Urano-2 ¸ 2 =

Cálculo de excentricidade

A teoria das interações fundamenta os gases de Saturno a origem dos satélites e sua progressão de todos os fenômenos e órbitas.

A teoria por ela mesma consegue responder a origem dos astros e seu fim os seus fenômenos, porque as órbitas são variáveis e porque os maiores planetas possuem o maior número de satélites. Nisto vemos que as interações físicas produzem radiação, e a radiação produz a origem e o afastamento e os três juntos produzem todos os outros fenômenos e suas variações.

Os planetas passam por fases:

a de alta temperatura,

a de radiação,

a de fusão.

a de gases,

a de variações

e a de estabilidade e instabilidade.

TEORIA DA UNIVERSALIZAÇÃO.

23 pontos fundamentais em que podem ser provadas matematicamente pela teoria da interação física, radiação e afastamento.

1 Origem pela radiação - vemos na progressão da expansão e no número de satélites por densidade –diâmetro do planeta.

2 Na relação diâmetro-densidade em relação da progressão das distâncias entre os planetas.

3 Em relação à desintegração entre os planetas exteriores, vemos que diâmetro-densidade decresce progressivamente.

4 Relação órbita posicional e desintegração - a órbita aumenta em distância conforme o seu diâmetro-densidade diminui, isso é constatado nos planetas exteriores e nos satélites.

5 Expansão progressiva e decréscimo com progressão de velocidade de translação.

6 Distância como afastamento progressivo.

7 Afastamento e órbita variável.

8 Translação variável e decresciva por perca de impulsão inicial e desintegração.

9 Rotação por densidade-diâmetro e afastamento.

10 Número de satélites por radiação e densidade-diâmetro.

11 Origem de satélites por radiação.

12 Circularidade por densidade-diâmetro e progressão.

13 Excentricidade.

14 Inclinação de órbitas.

15 Aumento de velocidade de translação pelo periélio e radiação.

16 Cálculo de velocidade de translação pelo impulso da radiação.

17 Órbitas progressivas.

18 Progressão de decréscimo de desintegração nos planetas exteriores.

19 Tamanho de planetas exteriores pela progressão de afastamento.

20 Tamanho de satélites.

21 Inclinação axial dos planetas.

22 Variações de órbitas, posição, tamanho, forma e dinâmica.

23 Órbitas fluxonárias expansionistas.

Circularidade e excentricidade.

Os movimentos dos planetas são por natureza e por essência circular, e quanto maior o planeta maior será sua circularidade e quanto menor o astro maior será sua excentricidade, ou seja, a natureza da dinâmica é circular e não retilínea.

Pois os astros são produzidos num sistema em movimento circular.

Índice ¸ por densidade-diâmetro + (afastamento x 0.002)

0.14 ¸ 0.67 + (2 x 0.002) = 0.210

Vênus 0.96 = 0.14

Terra 1 = 0.14

Marte 0.7 = 0.1

Júpiter 5.7 = 0.024

Saturno 4.6 = 0.035

Urano 2 = 0.07

Netuno 1.9 = 0.0.7

Plutão 0.14 ¸ 0.6 + (9 x 0.002 = 0.018) = 0.248.

=

Origem, afastamento e órbita distancial por afastamento e por impulsão de radiação.

A órbita e a velocidade. Tem a ver com o tempo de origem + densidade-diâmetro.

A prova da origem pelo material da radiação e o afastamento pela impulsão também da radiação que os astros se posicionam a uma distância de progressão de um em relação ao outro.

A prova da órbita distancial vê pela progressão tanto da distância quanto na velocidade de translação, como também na progressão da densidade-diâmetro dos planetas exteriores.

Assim concluímos uma só teoria para responder a origem, a distância, a expansão, as progressões, a rotação, o número de satélites e demais fenômenos.

Densidade-diâmetro x progressão – (progressão –1)

Mercúrio 0.65 x 1 – 0 = 0

0.9 x 2 – 1 = 0

1 x 3 – 2 = 1

0.7 x 4 – 3 = 0

5.7 x 5 – 4 = 23

4.6 x 6 – 5 = 22

2 x 7 – 6 = 8

1.9 x 8 – 7 = 7

0.6 x 9 – 8 = 1

Progressão de desintegração dos planetas exteriores

Saturno 5.7 ¸ 2 = 3

4.6 ¸ 2 = 2.3

2 ¸ 2 = 1

1.9 ¸ 2 = 1

0.6 ¸ 2 = 0.3

Progressões das distâncias e afastamento.

Plutão Netuno 40 ¸ 1.4 = 29 1.7 ¸ 1.4 = 1

Urano 29 ¸ 1.4 = 19 1 ¸ 1.4 = 0.7

19 ¸ 1.4 = 13.5 0.7 ¸ 1.4 = 0.4 Mercúrio

13.5 ¸ 1.4 = 9.6

9.6 ¸ 1.4 = 5.2

3.7 ¸ 1.4 = 1.7

Cálculo de progressões de translação.

Mercúrio Vênus 48 ¸ 1.3 = 36

36 ¸ 1.3 = 28

28 ¸ 1.3 = 22

22 ¸ 1.3 = 17

17 ¸ 1.3 = 13

13 ¸ 1.3 = 8

8 ¸ 1.3 = 6

6 ¸ 1.3 = 5

5 ¸ 1.3 = 4

Júpiter e Saturno possuem a maior quantidade de densidade-diâmetro e por isso que existe uma diferença de progressão das distâncias deles entre seus vizinhos.

Com isso concluímos:

1. Que os planetas se originam do sol, e os satélites dos planetas.

2. Os astros se afastam do sol por causa da impulsão da radiação do sol.

3. Que suas distâncias orbitais são mantidas pelo afastamento.

4. Que sua translação se origina pela radiação que os originou, juntamente com a rotação do primário.

5. Que a translação diminui com o tempo e a desintegração.

6. Que a rotação, circularidade e inclinação são produto de suas interações físicas.

7. Que a intensidade de suas interações físicas são determinadas pela densidade-diâmetro.

8. Que o universo é autodinâmico, variável com o tempo e se encontra numa eterna construção.

Progressão de velocidade de translação.

48 ¸ 1.33 = 36

36 ¸ 1.33 = 28

28 ¸ 1.33 = 21

21 ¸ 1.33 = 15

15 ¸ 1.33 = 11

11 ¸ 1.33 = 8

8 ¸ 1.33 = 6

6 ¸ 1.33 = 4.9

A lua.

A lua possui a velocidade de translação 1.03 Km/s por possuir um planeta de origem muito pequeno.

A rotação da lua é de 354h em relação à terra, ou seja, obedece também o astro de origem.

Cometas.

Os cometas foram originados pelo sol por isso que possuem uma excentricidade e inclinação tão alta. E aumenta à proporção que aumenta o seu afastamento ou período em anos.

0.138 ¸ densidade-diâmetro + (0.002 x período em anos = excentricidade).

Oterma 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 19.4 = 0.243

Crommellin 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 27.4 = 0.9192

Giacobini-ziner 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 6.59 = 0.7076

Halley 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 76.0 = 0.96

Wyple 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 8.49 = 0.26

Eneme 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 3.29 = 0.85

Borelly 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 6.86 = 0.62

Tempel 2 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 5.29 = 0.544

Tempel 1 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 5.50 = 0.52

D’arresi 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 6.39 = 0.62

A origem dos cometas ocorreu a partir do sol, por isso que é mantidos uma excentricidade tão alta e proporcional ao período e o afastamento.

A inclinação também obedece ao afastamento, pois se multiplicarmos 2 x o número de período de anos, será encontrado a inclinação da maioria dos cometas.

Comprovação da expansão através de Halley

Constata-se e comprova-se a teoria das interações, afastamento e radiação através das irregularidades nos períodos do cometa Halley.

O período de Halley aumenta e diminui a cada 500 anos em que já foi de 74,6 anos a 74,7 ,anos aumentando e diminuindo em fluxos.

Porem em outros cometas e astros essa variação ocorre em diferenças de segundos de um período para outro, que parece ser pouco, porem é o que determina a órbita e a posição dos astros no espaço.

O afastamento aumenta a distância, a excentricidade, e a inclinação.

E diminui a circularidade e a translação.

O fluxo do afastamento ocorre principalmente porque o periélio aumenta diminuindo o afélio, e depois o periélio voltam a aumentar diminuindo o afélio, fluxonando assim a translação, a distância, os períodos e demais fenômenos.

Halley manteve esta fluxonalidade constatada nas ultimas 20 aparições.

A fluxonalidade do período se dá em razão da expansão do periélio e pelo impulso da radiação do astro que o originou, no caso o Sol.

A expansão nos cometas é mais acentuada no afélio do que no periélio, por serem astros miúdos em relação os planetas, por isso que suas excentricidades são tão acentuadas, pois recebe com maior intensidade a ação da impulsão da radiação solar.

A idade dos cometas

Pode-se calcular a idade de um cometa através do seu período e do seu periélio, ou seja, Halley tem a tendência de se tornar um cometa de período longo e periélio maior.

E é um cometa velho e já está em adiantado estado de desintegração.

Expansão é o afastamento progressivo que a radiação do primário produz sobre o secundário.

Cálculo de diferença de expansão.

Radiação solar x expansão ¸ por diferença de expansão x 1 + (densidade-diâmetro ¸ 20)

3.9 x 1 = 3.9 ¸ 1 ¸ 1.06 = 4.2 Plutão

3.9 x 2 = 7.8 ¸ 1 ¸ 1.2 x 4.2 = 7 Netuno

3.9 x 3 = 11.7 ¸ 1 ¸ 1.3 x 1.2 = 9 Urano

3.9 x 4 = 15.6 ¸ 1 ¸ 2.3 x 6.8 =1.46 Saturno

3.9 x 5 = 19.5 ¸ 1 ¸ 2.8 x 6.96 x 1.57 = 11

3.9 x 6 = 23.4 ¸ 1 ¸ 6.9 x 1.07 = 25

3.9 x 7 = 27.3 ¸ 1 ¸ 6.9 x 1.1 = 30

3.9 x 8 = 31.2 ¸ 1 ¸

3.9 x 9 = 35.1 ¸ 1 ¸ 6.9 x 1.067 = 37.4 x 1.3 = 48

Por aqui vemos que a translação depende de radiação, expansão, densidade-diâmetro e temperatura externa recebida pelo astro de origem.

PROVAS CONTUNDENTES DA ORIGEM DOS ASTROS POR MATÉRIA DE RADIAÇÃO E DE SUAS ÓRBITAS POR IMPULSÃO DE RADIAÇÃO.

Auto índice de radiação do Sol.

1. Anéis de Saturno

2. Fluxonalidade e expansão de Halley

3. Inclinação de menos de 45º para planetas, cometas e satélites. Provando que não estão espalhados aleatoriamente no espaço. Seguem um alinhamento cósmico. Porem a instabilidade aumenta com o afastamento.

4. Aumento de excentricidade e inclinação com o afastamento.

5. Progressão com a distância e translação.

6. Diminuição da rotação e translação com distância.

7. Satélites que povoam progressivamente o planeta que o produziu.

8. Número de satélites pela densidade-diâmetro e afastamento.

9. Movimento de translação de circularidade de satélites em relação ao Sol.

10. Elementos químicos mais pesados e em maior abundancia no centro do astro.

11. Satélites menores proporcionalmente aos astros de origem.

12. As camadas da estrutura interna da terra.

13. A abundância dos elementos químicos, os mais pesados são menos abundantes.

14. Os vulcões são prova de radiação da terra e de que todos os astros possuem radiação própria.

15. A radiação do Sol com altas tochas de fogo expelidas no espaço, onde matérias são também expelidas.

16. A existência de meteoritos e cometas vagando no espaço, uns aumentando as suas órbitas e outros diminuindo as suas órbitas, e que são materiais expelidos por radiação no espaço onde passam a produzir órbitas.

17= os gases produzem os anéis, estes se esferificam se tornando astros.

Três componentes da origem, órbita e dinâmica dos astros.

O de origem (pela energia do astro que o produziu).

O de impulsão inicial na origem e progressão de afastamento.

O de energia interna (interações físicas), que é representado densidade-diâmetro.

Rotação dos planetas em relação à densidade-diâmetro, em número de giros da terra.

Densidade-diâmetro ¸ 2 =

M = 0.685 ¸ 2.3 = 0.297

V = 0.915 ¸ 2.3 = 0.397

T = 1.0 ¸ 2.3 = 0.43

M = 0.625 ¸ 2.3 = 0.27

J = 5.72 ¸ 2.3 = 2.48

S = 4.815 ¸ 2.3 = 2.10

U = 1.915 ¸ 2.3 = 0.84

N = 1.9 ¸ 2.3 = 0.82

P = 0.6 ¸ 2.3 = 0.26

A referência é a Terra que é 9 de giro, ou 24 Horas.

Através desses cálculos temos as maiores aproximações de rotação, excentricidade, inclinação.

Cálculo de excentricidade da elipse.

Índice 0.148 ¸

Índice ¸ densidade-diâmetro = excentricidade da elipse.

Mercúrio 0.148 ¸ 0.685 = 0.216

Vênus 0.148 ¸ 0.915 = 0.16

Terra 0.148 ¸ 1.0 = 0.148

Marte 0.148 ¸ 0.625 = 0.236

Júpiter 0.148 ¸ 5.72 = 0.026

Saturno 0.148 ¸ 4.815 = 0.0308

Urano 0.148 ¸ 0.915 = 0.082

Netuno 0.148 ¸ 1.9 = 0.077

Plutão 0.148 ¸ 0.6 = 0.247

Cálculo de inclinação através da média de densidade-diâmetro.

M 9 ¸ 0.685 = 7.0

V 9 ¸ 0.915 = 3.4

T 9 ¸ 0.915 = 3.4

M 9 ¸ 0.625 = 1.9

J 9 ¸ 5.72 = 1.3

S 9 ¸ 4.815 = 2.5

U 9 ¸ 1.915 = 0.8

N 9 ¸ 1.90 = 1.8

P 9 ¸ 0.6 = 17.1

Cálculo de inclinação axial [de rotação].

20 ¸ 0.685 ~ 28 ~

0.915 ¹177

1 = 23.5 ~

6.625 = 25.2 ~

5.72 = 3.1 ~

4.815 ¹ 26.7

1.915 97.9

1.9 28.8

0.6 ¹ 90 ¹

Cálculo de velocidade de translação pela radiação.

Mercúrio radiação x distancia x índice x N° de voltas

390 x 57.910.000 x 0.01581034 = VT orbital média

x 4.152 = 1.483.814.955

Vênus 390 x 128.200.000 x 0.01581034 x 1.374 = 1.085.136.490

Terra 390 x 149.600.000 x 0.01581034 x 1 = 922.284.000

Marte 390 x 227.940.000 x 0.01581034 x 0.532 = 747.834.000

É bom saber que a gravitação e a densidade que tem como referência para se encontra a translação dos astros é fictícia, ou seja, é inventada. Pois tendo o resultado da velocidade de translação dos planetas foi dado valor de gravitação para cada planeta. Conforme o resultado iria confirmar com o resultado da translação.

Ou seja, têm-se um resultado final, e a fórmula é produzida individualmente para cada astro. Conforme este resultado final.

Pois, não temos como saber a densidade e gravitação de astros distantes sem termos ido ou enviado satélites ou sondas até lá.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.

Teoria da origem e natureza dos astros por interação física, radiação e afastamento entre os astros.

Cosmologia de universalidade graceliana.

Que inclui a origem, causa, efeito, variações, relações, e unificação.

Teoria da origem e a natureza dos astros por interação física, radiação e afastamento.

Interações físicas são o conjunto de processos físicos, sistema atômico, energeticuns, decaimentos, fusões e fissões, variações de radiação e temperatura, e outros fenômenos.

Na verdade vemos que o sistema solar, como todo universo e sua dinâmica se encontram numa construção constante, onde planetas se originam do sol para dar origem a satélites.

E cometas correm riscando o chão do espaço a sua luz em pontos diferentes e velocidades diversas.

E planetas, satélites, e cometas também produzem órbitas diferentes.

As órbitas são fluxonárias e com afastamento ínfimo que é observada com mais facilidade nos cometas de períodos longos e periélios pequenos.

Com a translação e o afastamento os astros passam a produzir uma órbita em espiral, tipo caracol.

A dinâmica é própria variando com o impulso da radiação e o acréscimo do afastamento.

Teoria da universalização.

ESTA TEORIA SE FUNDAMENTA EM VÁRIAS EXPLICAÇÕES.

Origem, as causas, efeito e variações. Previsões futuras.

A cosmológica - que se fundamenta através da origem do universo e dos planetas através de processos de radiações e de interações física.

Astrofísica - A radiação é produto de interação física, que produz e dá origem aos cometas, satélites e planetas.

Uma explicação química – produção do sistema atômico e elementos químicos. Ver teoria dos energeticuns – graceli – publicado na internet.

Uma explicação astronômica - A disposição e os movimentos dos planetas em volta do sol, e dos satélites em volta dos planetas.

Uma explicação de unificação - Todos os campos são um só, pois não existe infinidade de campo. E todos os campos e fenômenos estão relacionados com interações físicas e sistemas de produção de energia.

Uma explicação de relação entre os fenômenos.

Logo, vemos que a radiação e magnetismo do sol que produziram os planetas, a radiação e magnetismo dos planetas deram origem aos satélites.

E há uma progressão de origem tanto no afastamento, distância, translação e rotação.

O QUE PROVA A ORIGEM PELA RADIAÇÃO E MAGNETISMO É.

A progressão das distâncias.

A progressão da translação.

A progressão do número de satélites que varia com a distância, tempo de vida e diâmetro.

O afastamento é provado além da progressão também através da distância entre marte e Júpiter.

Júpiter tem 3.5 vezes a distância de marte é uma relação densidade-diâmetro de 8 vezes de Júpiter para marte, com isto vemos que júpiter foi fundido e esferificado antes de marte. E enquanto era fundido se distanciava de marte que ainda era apenas poeiras de radiação.

5.7 de Densidade. Diâmetro. Para 1 da terra.

5.2 de distancia para 1 da terra.

5.7 para 0.9 de Vênus.

5.5 para 0.7 de distancia P/Vênus.

5.7 para 0.67 de Júpiter.

5.9 para 0.4 de distancia p/mercúrio.

Afastamento.

Índice de progressão + densidade + diâmetro.

9 + 0.6 = 9.6 ¸ 1.5 = 5 plutão

8 + 1.9 = 10 ¸ 1.5 = 5 netuno

7 + 2 = 9 ¸ 1.5 = 4.5 urano

6 + 4.6 = 10.6 ¸ 1.5 = 5.3 saturno

5 + 5.7 = 10.7 ¸ 1.5 = 5.4 júpiter

4 + 0.7 = 4.7 ¸ 1.5 = 2.4 marte

3 = 1 = 4 ¸ 1.5 = 2 terra

2 + 0.97 = 2.97 ¸1.5= 1.5 Vênus

1 + 0.67 = 1.67 ¸1.5= 1 Mercúrio

O índice de progressão determina que o planeta que saiu na frente já possui uma diferença, e enquanto outro está sendo formado ele se distancia conforme o número de planetas formados.

Com a densidade e diâmetro levado na construção do mesmo, Plutão possui a distância progressiva maior, porém Júpiter e Saturno possuem a maior velocidade de afastamento, pois possui os maiores diâmetros.

Cálculo para translação e número de satélites.

Os resultados nestes cálculos são aproximados a se aproximam para alguns planetas.

Mercúrio possui afastamento 1 e os outros em relação a Mercúrio.

Velocidade Translação:

48 ¸ 1.33 = 36 Vênus

28

21

15

11

8.5

6.5

4.9

estes resultados são aproximados.

X (prog ¸ 2)

1 x 3 ¸ 2 = 1.5

0.69 x 4 ¸ 2 = 1.3

5.7 x 5 ¸ 2 = 14.25

4.6 x 6 ¸ 2 = 13.6

2 x 7 ¸ 2 = 7

1.9 x 8 ¸ 2 = 7.8 netu

0.6 x 9 ¸ 2 = 2.7 plutão

N° de Satélites.

Diâmetro + densidade / 2 * progressão / 2 = número de satélites.

Ou diâmetro + 1 / 2 * progressão / 2 = número de satélites.

Estes números não são exatos com a experiência. Mas se aproxima.

O cálculo pode ser feito com diâmetro + um / dois.

Satélites de júpiter.

Distância

Maiores 420.000 ¸1.5

Maiores 671 ¸1.5

Maiores 1.070 ¸1.5

Maiores 1.884

11.470

11.700

11.900

21.200

22.500

22.500

23.400

23.600

Km/s

17.4 ¸ 1.33 = 13.8 13.8 = 10.9

10.9

8.0 8.0

Diâmetro

3.650

2.980

5.250

4.900

Densidade

4. = 7.6

3.1 = 6.

1.9 = 7.15

1.6 = 7.5

Com isto o que faz um astro girar em torno de outro no centro e afastar-se é a radiação e rotação do primário.

O afastamento e a origem provam-se pelo diâmetro dos satélites de júpiter, pois os quatro mais próximos de Júpiter são os maiores, provando que os mais distantes são menores por já terem entrado em desintegração, e há uma diferença de progressão dos quatro para os outros, provando que os quatro levaram mais tempo na sua formação.

O mesmo acontece com os planetas, quando um planeta possui uma grande diferença de diâmetro e densidade há um salto enorme na progressão das distâncias, da translação, rotação e excentricidade. E isto pode ser confirmado nas progressões entre júpiter e marte.

Isto acontece com os satélites dos outros planetas, também nos cometas. Assim, planetas, satélites e cometas se originam do material de radiação, e o impulso da radiação impulsiona o astro pra frente, juntamente com seu diâmetro.

E o astro passa a ter afastamento, translação, rotação, excentricidade, circularidade, inclinação e desintegração.

As outras teorias não dão conta da origem, rotação, desintegração, número de satélite e os saltos das progressões tanto nos planetas quanto nos satélites e no salto dos diâmetros.

Cosmologia e astronomia de universalidade graceliana.

A origem

Com o cálculo da desintegração de planetas exteriores, afastamento, número de satélites, progressões, confirmamos a origem dos planetas na progressão e por radiação e magnetismo como também a origem dos satélites e cometas.

O número de satélites primeiro é proporcional à distância e a progressão de afastamento e depois à densidade e diâmetro. Por isso que os planetas exteriores possuem um maior o número de satélites dos interiores.

A radiação pode produzir as fases das marés batendo direto sobre os oceanos.

Translação dos planetas de plutão para Mercúrio.

4.7x 1.3 = 6

= 7

= 10

= 13

Translação dos planetas de mercúrio para plutão.

48. ¸ 1.3 = 35

= 29

= 24

= 17 – 5

= 13 – 4

= 10 – 2

= 7 – 2

= 4.7

O resultado não bate com a progressão de expansão para Júpiter e Saturno por possuírem a maior densidade-diâmetro por isso possuem também a mesma diferença nas distâncias e na translação.

Em outros textos publicados na internet, dentro da teoria graceliana se encontra a explicação. Ver teoria de astronomia estruturante graceliana.

A progressão de afastamento na circularidade e excentricidade.

0.138 ¸ 0.675 + (0.002 prog.) 1) 0.002 = 0.206 Mercúrio.

0.97 + (0.002 prog ) 2) 0.004 = 0.14

1 + 3)0.006 = 0.144

0.7 + 4)0.008 = 0.19

5.7 + 5)0.010 = 0.03

4.6 + 6)0.012 = 0.041

2 + 7)0.014 = 0.088

1.9 + 8)0.016 = 0.088

0.6 + 9)0.018 = 0.248º plutão.

A progressão de expansão na inclinação.

7 ¸ 2 = 3.8

8 ¸ 1.9 = 1.8

9 ¸ 0.6 = 17

1 ¸ 0.67 = 7.0

2 ¸ 0.92 = 3.4

3

4 ¸ 0.69 = 1.9

5 ¸ 5.7 = 1.3

6 ¸ 4.6 = 25

Terra.

Satélites de saturno.

V1.is segundos

17.4 ¸ = 13.4 Europa

10.3 Ganimedes

8 Calisto

Prog

4.2 x 1.5 = 65 io Europa

= 10.7 Ganimedes

= 18.8 Calisto

Prog. Rotação em horas

Terra = 24

42 x 2 = 84 io Europa

= 170 Ganimedes

= 350 Calisto

Os diâmetros dos satélites variam conforme o afastamento, em que os maiores estão mais próximos e os menores mais distantes progressivamente.

- A rotação diminui proporcional a translação e aumenta a progressão de afastamento.

O mesmo acontece com o diâmetro, a excentricidade e a inclinação.

Os gases de Vênus darão origem a um satélite, enquanto os anéis de Saturno já estarão numa fase mais adiantada, onde os gases e a radiação já saíram de toda a circunferência e estão num processo de esferificação.

Os anéis possuem velocidade de translação e expansão, onde próximo ao Equador de Saturno surgirá um novo satélite, com diâmetro de 0.630 em relação à terra.

Os anéis de Saturno são uma prova de um satélite em formação pela radiação de Saturno.

Este mesmo processo está ocorrendo com Vênus e mercúrio.

E o sol está produzindo novos planetas com os gases expelidos no espaço.

Novos planetas surgirão do sol. E serão para mais de quarenta. O sistema solar mesmo sendo de bilhões de anos mais velho do que imaginamos, ele é um sistema ainda jovem.

Outros textos publicados na internet na astronomia, cosmologia, química e física graceliana complementam o que está nesta publicação.

J. i – io

Europa 3

Ganimedes 2

Calisto 21

A inclinação, a excentricidade. Aumenta a proporção de afastamento, e é proporcional ao astro de origem (astro pai) e a sua densidade e diâmetro, como o diâmetro e desintegração são proporcional ao seu tempo de afastamento e radiação do astro pai [primário].

A rotação, a translação e a circularidade diminui proporcionar ao afastamento. Ou seja, perde impulsão inicial e circularidade.

As excentricidades dos satélites variam de 0.01 a 0.001, enquanto os cometas ficam na casa de 0.3 a 0.96, com isto constatamos que os cometas tiveram origem pelo sol, enquanto os satélites pelos planetas num processo mais lento e com menos ação de impulsão pela radiação.

Calculo de excentricidade por afastamento para cometas.

0.138 ¸ (D.D. ¸ 2)+ (progressão de expansão ¸ 0.002) = excentricidade.

Oterma 0.24

Crommilim 0.91

Giacobini-zinner 0.7

Halley 0.96

Wippley 0.26

Eneckr 0.86

Borelly 0.62

Tempel2 0.54

Tempel1 0.52

Perine-mrkos 0.63

Temple-swilft 0.53

Kopff 0.54

Wild-2 0.54

Faye 0.57

Rotação por progressão em relação à Terra

2x D.D. ¸ prog. ¸ (pelo índice de temperatura acima de 100gr. C. ¸ 2).

2x 0.67 ¸ 1 ¸ (600 ¸ 2)= 0.004.

0.92 ¸ 2 ¸ 400 ¸ 2 = 0.004

1 ¸ 3 = 1

0.7 ¸ 4 = 0.4

5.7 ¸ 5 = 2.3

4.6 ¸ 6 = 1.6

2 ¸ 7 = 0.6

1.9 ¸ 8 = 0.5

0.6 ¸ 9 = 0.135

Cálculo de número de grandes satélites

D.D ¸ 2 = Nº de grandes satélites.

Jupter-5.7 ¸ 2 = 3

Saturno 4.6 ¸ 2 = 2.3

Urano-2 ¸ 2 =

Cálculo de excentricidade

A teoria das interações fundamenta os gases de Saturno a origem dos satélites e sua progressão de todos os fenômenos e órbitas.

A teoria por ela mesma consegue responder a origem dos astros e seu fim os seus fenômenos, porque as órbitas são variáveis e porque os maiores planetas possuem o maior número de satélites. Nisto vemos que as interações físicas produzem radiação, e a radiação produz a origem e o afastamento e os três juntos produzem todos os outros fenômenos e suas variações.

Os planetas passam por fases:

a de alta temperatura,

a de radiação,

a de fusão.

a de gases,

a de variações

e a de estabilidade e instabilidade.

TEORIA DA UNIVERSALIZAÇÃO.

23 pontos fundamentais em que podem ser provadas matematicamente pela teoria da interação física, radiação e afastamento.

1 Origem pela radiação - vemos na progressão da expansão e no número de satélites por densidade –diâmetro do planeta.

2 Na relação diâmetro-densidade em relação da progressão das distâncias entre os planetas.

3 Em relação à desintegração entre os planetas exteriores, vemos que diâmetro-densidade decresce progressivamente.

4 Relação órbita posicional e desintegração - a órbita aumenta em distância conforme o seu diâmetro-densidade diminui, isso é constatado nos planetas exteriores e nos satélites.

5 Expansão progressiva e decréscimo com progressão de velocidade de translação.

6 Distância como afastamento progressivo.

7 Afastamento e órbita variável.

8 Translação variável e decresciva por perca de impulsão inicial e desintegração.

9 Rotação por densidade-diâmetro e afastamento.

10 Número de satélites por radiação e densidade-diâmetro.

11 Origem de satélites por radiação.

12 Circularidade por densidade-diâmetro e progressão.

13 Excentricidade.

14 Inclinação de órbitas.

15 Aumento de velocidade de translação pelo periélio e radiação.

16 Cálculo de velocidade de translação pelo impulso da radiação.

17 Órbitas progressivas.

18 Progressão de decréscimo de desintegração nos planetas exteriores.

19 Tamanho de planetas exteriores pela progressão de afastamento.

20 Tamanho de satélites.

21 Inclinação axial dos planetas.

22 Variações de órbitas, posição, tamanho, forma e dinâmica.

23 Órbitas fluxonárias expansionistas.

Circularidade e excentricidade.

Os movimentos dos planetas são por natureza e por essência circular, e quanto maior o planeta maior será sua circularidade e quanto menor o astro maior será sua excentricidade, ou seja, a natureza da dinâmica é circular e não retilínea.

Pois os astros são produzidos num sistema em movimento circular.

Índice ¸ por densidade-diâmetro + (afastamento x 0.002)

0.14 ¸ 0.67 + (2 x 0.002) = 0.210

Vênus 0.96 = 0.14

Terra 1 = 0.14

Marte 0.7 = 0.1

Júpiter 5.7 = 0.024

Saturno 4.6 = 0.035

Urano 2 = 0.07

Netuno 1.9 = 0.0.7

Plutão 0.14 ¸ 0.6 + (9 x 0.002 = 0.018) = 0.248.

=

Origem, afastamento e órbita distancial por afastamento e por impulsão de radiação.

A órbita e a velocidade. Tem a ver com o tempo de origem + densidade-diâmetro.

A prova da origem pelo material da radiação e o afastamento pela impulsão também da radiação que os astros se posicionam a uma distância de progressão de um em relação ao outro.

A prova da órbita distancial vê pela progressão tanto da distância quanto na velocidade de translação, como também na progressão da densidade-diâmetro dos planetas exteriores.

Assim concluímos uma só teoria para responder a origem, a distância, a expansão, as progressões, a rotação, o número de satélites e demais fenômenos.

Densidade-diâmetro x progressão – (progressão –1)

Mercúrio 0.65 x 1 – 0 = 0

0.9 x 2 – 1 = 0

1 x 3 – 2 = 1

0.7 x 4 – 3 = 0

5.7 x 5 – 4 = 23

4.6 x 6 – 5 = 22

2 x 7 – 6 = 8

1.9 x 8 – 7 = 7

0.6 x 9 – 8 = 1

Progressão de desintegração dos planetas exteriores

Saturno 5.7 ¸ 2 = 3

4.6 ¸ 2 = 2.3

2 ¸ 2 = 1

1.9 ¸ 2 = 1

0.6 ¸ 2 = 0.3

Progressões das distâncias e afastamento.

Plutão Netuno 40 ¸ 1.4 = 29 1.7 ¸ 1.4 = 1

Urano 29 ¸ 1.4 = 19 1 ¸ 1.4 = 0.7

19 ¸ 1.4 = 13.5 0.7 ¸ 1.4 = 0.4 Mercúrio

13.5 ¸ 1.4 = 9.6

9.6 ¸ 1.4 = 5.2

3.7 ¸ 1.4 = 1.7

Cálculo de progressões de translação.

Mercúrio Vênus 48 ¸ 1.3 = 36

36 ¸ 1.3 = 28

28 ¸ 1.3 = 22

22 ¸ 1.3 = 17

17 ¸ 1.3 = 13

13 ¸ 1.3 = 8

8 ¸ 1.3 = 6

6 ¸ 1.3 = 5

5 ¸ 1.3 = 4

Júpiter e Saturno possuem a maior quantidade de densidade-diâmetro e por isso que existe uma diferença de progressão das distâncias deles entre seus vizinhos.

Com isso concluímos:

1. Que os planetas se originam do sol, e os satélites dos planetas.

2. Os astros se afastam do sol por causa da impulsão da radiação do sol.

3. Que suas distâncias orbitais são mantidas pelo afastamento.

4. Que sua translação se origina pela radiação que os originou, juntamente com a rotação do primário.

5. Que a translação diminui com o tempo e a desintegração.

6. Que a rotação, circularidade e inclinação são produto de suas interações físicas.

7. Que a intensidade de suas interações físicas são determinadas pela densidade-diâmetro.

8. Que o universo é autodinâmico, variável com o tempo e se encontra numa eterna construção.

Progressão de velocidade de translação.

48 ¸ 1.33 = 36

36 ¸ 1.33 = 28

28 ¸ 1.33 = 21

21 ¸ 1.33 = 15

15 ¸ 1.33 = 11

11 ¸ 1.33 = 8

8 ¸ 1.33 = 6

6 ¸ 1.33 = 4.9

A lua.

A lua possui a velocidade de translação 1.03 Km/s por possuir um planeta de origem muito pequeno.

A rotação da lua é de 354h em relação à terra, ou seja, obedece também o astro de origem.

Cometas.

Os cometas foram originados pelo sol por isso que possuem uma excentricidade e inclinação tão alta. E aumenta à proporção que aumenta o seu afastamento ou período em anos.

0.138 ¸ densidade-diâmetro + (0.002 x período em anos = excentricidade).

Oterma 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 19.4 = 0.243

Crommellin 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 27.4 = 0.9192

Giacobini-ziner 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 6.59 = 0.7076

Halley 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 76.0 = 0.96

Wyple 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 8.49 = 0.26

Eneme 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 3.29 = 0.85

Borelly 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 6.86 = 0.62

Tempel 2 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 5.29 = 0.544

Tempel 1 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 5.50 = 0.52

D’arresi 0.138 ¸ 0.25 + 0.002 x 6.39 = 0.62

A origem dos cometas ocorreu a partir do sol, por isso que é mantidos uma excentricidade tão alta e proporcional ao período e o afastamento.

A inclinação também obedece ao afastamento, pois se multiplicarmos 2 x o número de período de anos, será encontrado a inclinação da maioria dos cometas.

Comprovação da expansão através de Halley

Constata-se e comprova-se a teoria das interações, afastamento e radiação através das irregularidades nos períodos do cometa Halley.

O período de Halley aumenta e diminui a cada 500 anos em que já foi de 74,6 anos a 74,7 ,anos aumentando e diminuindo em fluxos.

Porem em outros cometas e astros essa variação ocorre em diferenças de segundos de um período para outro, que parece ser pouco, porem é o que determina a órbita e a posição dos astros no espaço.

O afastamento aumenta a distância, a excentricidade, e a inclinação.

E diminui a circularidade e a translação.

O fluxo do afastamento ocorre principalmente porque o periélio aumenta diminuindo o afélio, e depois o periélio voltam a aumentar diminuindo o afélio, fluxonando assim a translação, a distância, os períodos e demais fenômenos.

Halley manteve esta fluxonalidade constatada nas ultimas 20 aparições.

A fluxonalidade do período se dá em razão da expansão do periélio e pelo impulso da radiação do astro que o originou, no caso o Sol.

A expansão nos cometas é mais acentuada no afélio do que no periélio, por serem astros miúdos em relação os planetas, por isso que suas excentricidades são tão acentuadas, pois recebe com maior intensidade a ação da impulsão da radiação solar.

A idade dos cometas

Pode-se calcular a idade de um cometa através do seu período e do seu periélio, ou seja, Halley tem a tendência de se tornar um cometa de período longo e periélio maior.

E é um cometa velho e já está em adiantado estado de desintegração.

Expansão é o afastamento progressivo que a radiação do primário produz sobre o secundário.

Cálculo de diferença de expansão.

Radiação solar x expansão ¸ por diferença de expansão x 1 + (densidade-diâmetro ¸ 20)

3.9 x 1 = 3.9 ¸ 1 ¸ 1.06 = 4.2 Plutão

3.9 x 2 = 7.8 ¸ 1 ¸ 1.2 x 4.2 = 7 Netuno

3.9 x 3 = 11.7 ¸ 1 ¸ 1.3 x 1.2 = 9 Urano

3.9 x 4 = 15.6 ¸ 1 ¸ 2.3 x 6.8 =1.46 Saturno

3.9 x 5 = 19.5 ¸ 1 ¸ 2.8 x 6.96 x 1.57 = 11

3.9 x 6 = 23.4 ¸ 1 ¸ 6.9 x 1.07 = 25

3.9 x 7 = 27.3 ¸ 1 ¸ 6.9 x 1.1 = 30

3.9 x 8 = 31.2 ¸ 1 ¸

3.9 x 9 = 35.1 ¸ 1 ¸ 6.9 x 1.067 = 37.4 x 1.3 = 48

Por aqui vemos que a translação depende de radiação, expansão, densidade-diâmetro e temperatura externa recebida pelo astro de origem.

PROVAS CONTUNDENTES DA ORIGEM DOS ASTROS POR MATÉRIA DE RADIAÇÃO E DE SUAS ÓRBITAS POR IMPULSÃO DE RADIAÇÃO.

Auto índice de radiação do Sol.

1. Anéis de Saturno

2. Fluxonalidade e expansão de Halley

3. Inclinação de menos de 45º para planetas, cometas e satélites. Provando que não estão espalhados aleatoriamente no espaço. Seguem um alinhamento cósmico. Porem a instabilidade aumenta com o afastamento.

4. Aumento de excentricidade e inclinação com o afastamento.

5. Progressão com a distância e translação.

6. Diminuição da rotação e translação com distância.

7. Satélites que povoam progressivamente o planeta que o produziu.

8. Número de satélites pela densidade-diâmetro e afastamento.

9. Movimento de translação de circularidade de satélites em relação ao Sol.

10. Elementos químicos mais pesados e em maior abundancia no centro do astro.

11. Satélites menores proporcionalmente aos astros de origem.

12. As camadas da estrutura interna da terra.

13. A abundância dos elementos químicos, os mais pesados são menos abundantes.

14. Os vulcões são prova de radiação da terra e de que todos os astros possuem radiação própria.

15. A radiação do Sol com altas tochas de fogo expelidas no espaço, onde matérias são também expelidas.

16. A existência de meteoritos e cometas vagando no espaço, uns aumentando as suas órbitas e outros diminuindo as suas órbitas, e que são materiais expelidos por radiação no espaço onde passam a produzir órbitas.

17= os gases produzem os anéis, estes se esferificam se tornando astros.

Três componentes da origem, órbita e dinâmica dos astros.

O de origem (pela energia do astro que o produziu).

O de impulsão inicial na origem e progressão de afastamento.

O de energia interna (interações físicas), que é representado densidade-diâmetro.

Rotação dos planetas em relação à densidade-diâmetro, em número de giros da terra.

Densidade-diâmetro ¸ 2 =

M = 0.685 ¸ 2.3 = 0.297

V = 0.915 ¸ 2.3 = 0.397

T = 1.0 ¸ 2.3 = 0.43

M = 0.625 ¸ 2.3 = 0.27

J = 5.72 ¸ 2.3 = 2.48

S = 4.815 ¸ 2.3 = 2.10

U = 1.915 ¸ 2.3 = 0.84

N = 1.9 ¸ 2.3 = 0.82

P = 0.6 ¸ 2.3 = 0.26

A referência é a Terra que é 9 de giro, ou 24 Horas.

Através desses cálculos temos as maiores aproximações de rotação, excentricidade, inclinação.

Cálculo de excentricidade da elipse.

Índice 0.148 ¸

Índice ¸ densidade-diâmetro = excentricidade da elipse.

Mercúrio 0.148 ¸ 0.685 = 0.216

Vênus 0.148 ¸ 0.915 = 0.16

Terra 0.148 ¸ 1.0 = 0.148

Marte 0.148 ¸ 0.625 = 0.236

Júpiter 0.148 ¸ 5.72 = 0.026

Saturno 0.148 ¸ 4.815 = 0.0308

Urano 0.148 ¸ 0.915 = 0.082

Netuno 0.148 ¸ 1.9 = 0.077

Plutão 0.148 ¸ 0.6 = 0.247

Cálculo de inclinação através da média de densidade-diâmetro.

M 9 ¸ 0.685 = 7.0

V 9 ¸ 0.915 = 3.4

T 9 ¸ 0.915 = 3.4

M 9 ¸ 0.625 = 1.9

J 9 ¸ 5.72 = 1.3

S 9 ¸ 4.815 = 2.5

U 9 ¸ 1.915 = 0.8

N 9 ¸ 1.90 = 1.8

P 9 ¸ 0.6 = 17.1

Cálculo de inclinação axial [de rotação].

20 ¸ 0.685 ~ 28 ~

0.915 ¹177

1 = 23.5 ~

6.625 = 25.2 ~

5.72 = 3.1 ~

4.815 ¹ 26.7

1.915 97.9

1.9 28.8

0.6 ¹ 90 ¹

Cálculo de velocidade de translação pela radiação.

Mercúrio radiação x distancia x índice x N° de voltas

390 x 57.910.000 x 0.01581034 = VT orbital média

x 4.152 = 1.483.814.955

Vênus 390 x 128.200.000 x 0.01581034 x 1.374 = 1.085.136.490

Terra 390 x 149.600.000 x 0.01581034 x 1 = 922.284.000

Marte 390 x 227.940.000 x 0.01581034 x 0.532 = 747.834.000

É bom saber que a gravitação e a densidade que tem como referência para se encontra a translação dos astros é fictícia, ou seja, é inventada. Pois tendo o resultado da velocidade de translação dos planetas foi dado valor de gravitação para cada planeta. Conforme o resultado iria confirmar com o resultado da translação.

Ou seja, têm-se um resultado final, e a fórmula é produzida individualmente para cada astro. Conforme este resultado final.

Pois, não temos como saber a densidade e gravitação de astros distantes sem termos ido ou enviado satélites ou sondas até lá.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.

teoria da previzibilidade graceliana.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.

Astronomia e cosmologia de,

Causa primária espaço denso, proces. e produção de energia, energeticuns, produção de elementos químicos de leves em pesados, e pesados em leves pelo sistema atômico, e produção de energia pelo sist. Atômico.

Causa secundária – produção de energia, magnetismo,

radiação, temperatura.

Causa terciária – e efeitos –

Rotação, afastamento, translação, lateralidade, fluxos de movimentos. Movimentos inversos.

Movimento lateral dos gases- dos pólos para o eixo do equador.

Fenômenos de instabilidade e irregularidade crescentes no movimento e aceleração dos astros.

Elipse, excentricidades, inclinações, fluxos irregulares e com irregularidades crescentes.

Formato – sem forma definida [gases no espaço e na atmosfera].

Filamentos de gases.

Forma de anéis, discos, esferas, esferas irregulares.

Para se ter uma previsão das estrelas e dos sistemas de estrelas, dos seus formatos e mudanças é necessário levar este pontos em consideração.

Pois, por esta condição da estrela pode-se conhecer todos os fenômenos.

As condições são.

1-condição química e física da estrela. se

for gasosa, esférica, na forma de disco ou apagada.

2-diâmetro. Enquanto em formato de esfera.

3- pela produção de energia.

4- tempo de vida da estrela.

Sendo que com o diâmetro, condição física e química é possível conhecer o tempo de vida da estrela e sua produção de energia.

Uma estrela gasosa é muito jovem, ou ainda não é uma esfera pronta. Ainda se encontra em fase de aglutinação.

1 estado gasoso da estrela. Ainda não se aglutinou. Pois ainda se encontra em estado gasoso. Ainda não é uma estrela, pois os gases ainda não se aglutinaram.

Ainda não é uma estrela, muito jovem, sem formato, sem secundários próprios, sem luz, sem temperatura acima de zero, pouco processamento de energia.

2 estado gasoso e com uma pequena esfera já aglutinada no centro.

Atmosfera de gases, pouca radiação e pouca luz e temperatura.

Jovem e sem esferas ao seu redor, sem planetas. Mas o magnetismo já atua e carreia [transporta os gases da atmosfera para linha do equador].

A radiação impulsiona os gases para fora e é dado inicio aos primeiros anéis e discos.

Sistema estelar ainda nebuloso e sem forma definida.

3 estrela com uma esfera no centro, com grande atmosfera, gases e radiação.

É dado inicio aos primeiros planetas a partir dos anéis e discos na atmosfera.

4 estrela formada por uma esfera no centro. Com menos gases, mas ainda conserva uma grande radiação, gases, altas temperaturas até 500 graus Celsius na sua atmosfera. Estrela jovem. Sistema Estelar em formato de disco pela ação do magnetismo. Exemplo [o sol no seu estágio atual].

Gases, anéis, radiação, planetas, satélites, cometas, asteróides, etc.

5 estrela formada por uma esfera que vai se apagando. Desintegrando-se, estado de velhice. Com poucos gases, menor temperatura, pouca radiação e luz.

Imensa quantidade de planetas [ se for da quantidade do sol terá para mais de 1000 planetas e satélites.

Muitos cometas e asteróides.

Sistema desalinhado, órbitas irregular,pouco movimento, lentidão dos astros, sem luz, e pouca radiação e temperatura. Sistema frio e escuro. Pouco movimento de afastamento.

Sistema redondo. O sistema solar ainda precisará de muito tempo para chegar neste estágio.

Pouca desintegração. Pouca produção de energia.

Teoria da universalização 2.

Que engloba.

1-Propósito metafenomênico existencial [pmfe].

2-Imanência, poder e potencialidade.

3-Transcendentalidade [ continuidade].

4-Origem e unicidade.

5-Causa.

6-Fenômeno e unidade.

7-Programação programada.

8-Aprimoramento meta direcionado.

Que envolve a origem, causa, efeito, unificação, relação entre os fenômenos, equivalência, aprimoramento. Variação, estruturação e desintegração.

Entre a física, química, cosmologia, cosmofisica, astrofísica, astroquímica, astronomia.

Entre a biologia, psicologia, fisiologia, e vitalogia.

Entre a metafísica, realidade, ser, poder, metafenomenologia, transcendentalidade, teleologia [propósito metafenomenológico existencial], perpetuação, existencialismo vital e transcendental e teleológico [finalidade]. E tratado da razão e da metaracionalidade. Pela transcendentalidade e [pme] propósito metafenomênico de existencialidade.

Ou seja, a realidade, os fenômenos e suas causas e origens são uma consequência de um propósito metafenomênico existencial. Em que a realidade e a racionalidade são elementos e uma consequência deste propósito metafenomênico.

Assim, unifica a biologia e psicologia com a metafísica, e ela se unifica com a existencialidade.

E o cosmo também entra nesta unicidade. Pois, o cosmo e sua ordem são consequência de um propósito metafenomênico da ordem e da harmonia.

Assim, unifica entre si. Primeira a vitalogia e seu propósito metafenomênico. Com a biologia, fisiologia e psicologia.

E unifica a psicologia com o racionalismo e a produção do conhecimento.

A metafísica com a ontologia, o existencialismo teleológico metafenomênico, e o poder que rege o mundo vital e a ordem cósmica.

A unifica a física com a química, pois a química e os elementos não são fixos e eternos, estão sempre em mudança [de leves em pesados e pesados em leves] e produção de energia.

Este mesmo fenômeno que é a causa da luz, dos campos, da energia, da temperatura, da radiação, e produz o formato da matéria e sua aglutinação e desintegração, e produz os astros e seus movimentos e acelerações no espaço.

E isto segue uma ordem e harmonia regida por um propósito meta programado.

FÓRMULA DA UNICIDADE.

Esta fórmula é o que mais se aproxima da unicidade da origem, causas, programação, direcionamento, efeito, e desenvolvimento dos fenômenos.

Pmfe + p + a = F * P de I.

Propósito metafenomênico existencial [pmfe].

Poder [p].

Potencialidade [p]. origem e causa.

Fenômeno [F].

Potencial de interação [Potencial de Interação].

UNIFICAÇÃO FILOSÓFICA.

A existencialidade é um propósito [finalidade] metafenomênico.

Antecede a própria existência da vida.

É o que determina a existência da vida e sua produção. Do ser e da realidade.

A vida é uma racionalidade vital.

O ser é uma produção vital regida por direcionamentos, poderes, e propósito metafenomênico existencial.

UNIFICAÇÃO BIOLÓGICA - VITAL.

O pmfe, universo vital, e vitalização e o poder determinam a vida, a vitalização, a mente, e os processos fisiológicos, como também os aprimoramentos.

ASSIM, HÁ UMA UNICIDADE ENTRE A METAFÍSICA, A EXISTENCIALIDADE, A RACIONALIDADE, O SER, A REALIDADE, A VIDA, A MENTE, OS PROCESSOS VITAIS E MENTAIS E FISIOLÓGICOS E SEUS APRIMORAMENTOS.

O QUE REGE A MENTE É UMA RACIONALIDADE VITAL-PSÍQUICA-EXISTENCIAL

Ou seja, o que rege a mente é uma racionalidade vital-psíquica-existencial. E que rege e produz o inconsciente vital, o consciente, o eu, a personalidade e os comportamentos.

Os sentimentos e instintos e emoções.

Ou seja, por trás da psique há uma programação, um projeto, um propósito voltado para funcionar e transcender.

Assim, a essência do eu não está no inconsciente ou consciente, mas sim, na natureza vital e sua racionalidade e que produz o eu transcendental, funcional, psíquico, e existencial.

Ou seja, a psique não é só inconsciente, mas também inconsciente vital e racional-vital-psíquico-existencial.

Como também não está só na mente, mas se processa em todo seu ser, corpo e funcionalidade.

E também em seu universo anterior [imanente], momentâneo [processamento], e posterior [propósito transcendental e existencial].

Por isto que é universal, vital, transcendental e existencial.

Está além de seu ser, do seu psiquismo, e todo ao mesmo tempo inserido nele. Assim, para ficar concentrado pode-se falar que há um universo geral agindo e produzindo o eu. Que produz o eu, projeta-o e o lança para o futuro.

Gug 4 [ grande unificação graceliana 4] – o eu é o complemento e a interação de vários universos.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.

TUG – teoria da universalidade graceliana.

Uma só teoria que engloba a origem, causas, efeitos, fenômenos, variações, unificações, aprimoramentos, evolução, poderes, fluxos, desintegração e reintegração, formato, e transcendentalidade.

Fluxos de origem – integração e desintegração.

Alternancidade de fenômenos e causas e origens.

Em energia, radiação, magnetismo, rotação.

Alinhamentos e acompanhamentos.

Estruturantes e e mudança eterna.

Unificação cosmológica. Unificação biológica e psicológica, energeticuns.

E que engloba a física, a química, biologia, astronomia, astrofísica, cosmogênese, cosmofisica, cosmoquímica, sistema atômico, energeticuns.

Energia, radiação, magnetismo, formato, rotação, alinhamento, translação, acompanhamento cósmico.

Relação e equivalências.

Fluxos, inclinações e variações de elipse.

De como a ciência pode se apresentar.

De origem.

De unificação – entre sistemas e fenômenos.

De relação e equivalência. Entre quantidade e qualidade.

De causa – agente causador – energia, radiação, magnetismo.

De efeito – fenômenos, formas e variações. E mudança de agente causador – alternam entre si.

De referenciais e em si – absolutos, relativos e indeterminados.

Unificação cosmológica .e relacionalidade.

As interações e processos físicos e químicos que o sistema atômico produz na produção de energia pelos energeticuns produzem as radiações, temperaturas, fissões, fusões, decaimentos, saltos de elétrons, campos e luminescências, discos de magnetismo no espaço. E que produz as dinâmicas e as órbitas.

E que produz o alinhamento e acompanhamento no cosmo, e os fluxos.

E produz uma relação entre os fenômenos.

Como também produz as atividades tectônicas.

Com isto conclui-se que a terra e o cosmo são muito mais velhos do que se pensa. Mesmo sendo o sistema solar ainda jovem em relação ao cosmo, pois o seu alinhamento em formato de disco é uma prova desta juventude.

Pois ainda vai ser produzido mais de trinta planetas pelo sol.

O QUE REGE A MENTE É UMA RACIONALIDADE VITAL-PSÍQUICA-EXISTENCIAL

Ou seja, o que rege a mente é uma racionalidade vital-psíquica-existencial. E que rege e produz o inconsciente vital, o consciente, o eu, a personalidade e os comportamentos.

Os sentimentos e instintos e emoções.

Ou seja, por trás da psique há uma programação, um projeto, um propósito voltado para funcionar e transcender.

Assim, a essência do eu não está no inconsciente ou consciente, mas sim, na natureza vital e sua racionalidade e que produz o eu transcendental, funcional, psíquico, e existencial.

Ou seja, a psique não é só inconsciente, mas também inconsciente vital e racional-vital-psíquico-existencial.

Como também não está só na mente, mas se processa em todo seu ser, corpo e funcionalidade.

E também em seu universo anterior [imanente], momentâneo [processamento], e posterior [propósito transcendental e existencial].

Por isto que é universal, vital, transcendental e existencial.

Está além de seu ser, do seu psiquismo, e todo ao mesmo tempo inserido nele. Assim, para ficar concentrado pode-se falar que há um universo geral agindo e produzindo o eu. Que produz o eu, projeta-o e o lança para o futuro.

Gug 4 [ grande unificação graceliana 4] – o eu é o complemento e a interação de vários universos.

Astronomia fenomenológica.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.